quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

link único para todas as aulas: https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/muryatan

Resumos

Respondendo a perguntas frequentes: 1. Sim, pode-se fazer o resumo de um texto da complementar. 2. Entrega no dia da prova.

Pasta no Drop box

Caros, criei uma pasta no drop box para a disciplina. Lá estará o plano de aula (formatado) e os slides utilizados: Slide 1 https://www.dropbox.com/scl/fi/4fil9kfn2wcjmqa3rw2mx/aula-conceitos.pptx?dl=0&rlkey=750ralbr1w8uxvpoo4do8elsi Plano de aula https://www.dropbox.com/s/33emm0oo9rge8bl/EER-2022%20-%20Muryatan.pdf?dl=0 Também: https://www.dropbox.com/sh/91w3wnaav5tu1cr/AAD-HjO6bMLcBxPtVhiQELSDa?dl=0 Slide 2 https://www.dropbox.com/scl/fi/98u8xzeqrdare47fhcnm0/aula-formac3a7c3a3o-das-nac3a7c3b5es-1.pptx?dl=0&rlkey=bvvl4fw4q6i8q827hm5i57ba5

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Car@s, por alguma razão que ainda não idenfiquei o plano de aula segue abaixo, desconfigurado. Mas as informações são as corretas. Estou tentando corrigir.

PLANO DE AULA E BIBLIOGRAFIA BÁSICA

17/02 Apresentação da disciplina 21/02 Documentário “Olhos Azuis” https://www.youtube.com/watch?v=XUEAgbLIKeQ 24/02 Racismo e conceitos relacionados MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=59 03/03 Raça e formação das nações nas Américas QUIJANO, Anibal. “Colonialidade do poder, Eurocentrismo e América Latina”. http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/sur-sur/20100624103322/12_Quijano.pdf 07/03 Miscigenação, mestiçagem e democracia racial DOMINGUES, Petrônio. O mito da democracia racial e a mestiçagem no Brasil. Diálogos Latinoamericanos. https://www.redalyc.org/pdf/162/16201007.pdf 10/03 Branquidade, branquitude e supremacia CARDOSO, Lourenço. “Branquitude acrítica e crítica: A supremacia racial e o branco anti-racista”. http://biblioteca.clacso.edu.ar/Colombia/alianza-cinde-umz/20131216065611/art.LourencoCardoso.pdf 17/03 Pan-Africanismo BARBOSA, Muryatan - “Pan-Africanismo E Relações Internacionais”. https://cartainternacional.abri.org.br/Carta/article/view/347 21/03 Movimentos Negros no Brasil RIOS, Flávia. O protesto negro. Lua Nova, São Paulo, 85: 41-79, 2012 https://www.scielo.br/j/ln/a/GZGfkVrFDVQyzs7XgXpG83D/?format=pdf&lang=pt 24/03- Territórios étnicos CLEMENTE & SILVA. Dos quilombos à periferia: reflexões sobre territorialidade e sociabilidade negras urbanas na contemporaneidade. 2014. https://seer.ufu.br/index.php/criticasociedade/article/view/26993 LUCIANO BANIWA, Gersem dos S - “Capítulo 2 - Movimento indígena etnopolítico: história de resistência e luta”. O índio brasileiro: o que você precisa saber sobre os povos indígenas no Brasil de hoje. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006 https://www.academia.edu/19581369/O_Indio_brasileiro_o_que_voc%C3%AA_precisa_saber_sobre_os_povos_ind%C3%ADgenas_no_Brasil_de_hoje_Cole%C3%A7%C3%A3o_educa%C3%A7%C3%A3o_para_todos_Vol_12_2006 31/03 Desigualdades raciais, educação e ações afirmativas TELLES, Edward & FLORES, René D. Uma análise comparativa de etnicidade, raça e cor na América Latina, baseada nas descobertas da pesquisa do PERLA. (Capítulo 6) do livro “Pigmentocracias: etnicidade, raça e cor na América Latina [recurso eletrônico]”/ Edward Telles, Graziella Moraes Silva e equipe do Projeto sobre Etnicidade e Raça na América Latina (PERLA); Porto Alegre: Editora da UFRGS, 202 https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/229434/001131029.pdf?sequence=1 LIMA, Márcia. Ações afirmativas e juventude negra. Cadernos ADENAUER (São Paulo), v. XVi, p. 27-43, 2015. https://www.kas.de/c/document_library/get_file?uuid=3fd847a8-c39f-e63a-b3a4-fa5555ca2611&groupId=265553 04/04 Questões de Gênero e Feminismo Negro GONZALEZ, Lélia. Racismo e sexismo na cultura brasileira. In: Revista Ciências Sociais Hoje, Anpocs, 1984, p. 223-244. https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4584956/mod_resource/content/1/06%20-%20GONZALES%2C%20L%C3%A9lia%20-%20Racismo_e_Sexismo_na_Cultura_Brasileira%20%281%29.pdf RIOS, Flavia & MACIEL, Regimeire. Feminismo negro brasileiro em três tempos: Mulheres Negras, Negras Jovens Feministas e Feministas Interseccionais abrys, études féministes/ estudos feministas julho/ 2017- junho 2018 /juillet 2017-juin 2018 https://www.labrys.net.br/labrys31/black/flavia.htm 07/04 Racismo, Genocídio e Encarceramento FLAUZINA, Ana L. Pinheiro. As Fronteiras Raciais do Genocídio. Rev. Dir. UnB, 2014. https://periodicos.unb.br/index.php/revistadedireitounb/article/view/24625 OLIVEIRA et all. Desigualdades raciais e a morte como horizonte: considerações sobre a COVID-19 e o racismo estrutural. Cad. Saúde Pública 2020; 36(9):e00150120. https://www.scielo.br/j/csp/a/QvQqmGfwsLTFzVqBfRbkNRs/?lang=pt&format=pdf 14/04 Postagem da prova 18/04 Entrega da prova 21/04 Feriado 28/04 Prova Substitutiva 02/05 Vista das provas 05/05 Notas finais

Link

https://conferenciaweb.rnp.br/webconf/muryatan Iniciando às 10:00 hs. Desculpa gente, não tinha me atido ao fato de que é quinzenal II (...), então inicamos às aulas na quinta-feira, 17/02.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

Links para as aulas

 Os links para as aulas serão disponibilizados neste blog  

Bibliografia complementar

 

ADORNO, Sérgio. “Discriminação racial e justiça criminal em São Paulo”, Novos Estudos Cebrap, n.43, novembro de 1995.

ALMEIDA, Silvio. Racismo estrutural. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019.

ALVES, Joyce A. de A. Violência racial e a construção social do “genocídio da população negra”. 41º Encontro Anual da Anpocs 23 a 27 de Outubro de 2017, Caxambu- MG. Consultado em: http://anpocs.com/index.php/encontros/papers/41-encontro-anual-da-anpocs/spg-4/spg271/11020-violencia-racial-e-a-construcao-social-do-genocidio-da-populacao-negra/file.

ANDREWS, George Reid. América Afro-Latina, 1800-2000. São Carlos: Ed. UFSCAR, 2007.

AZEVEDO, Célia Maria Marinho de. Onda Negra, Medo Branco. SP: Annablumme. 1987.

BARBOSA, Wilson do Nascimento. A economia do negro no Brasil. Boletim do GMARXUSP, São Paulo. Ano 02, número 32, 2021.

COLLINS, Patricia Hill. Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e a política do empoderamento. Trad. Natália Luchini. Seminário “Teoria Feminista”, Cebrap, 2013.

CUNHA, Manuela Carneiro da (Org.). História dos índios no Brasil. 2. ed. São Paulo: Cia. das Letras: Secretaria Municipal de Cultura: Fapesp, 2009.

D’ADESKY, Jacques. Pluralismo étnico e multiculturalismo: racismos e anti-racismos no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2001.

DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. São Paulo: Boitempo, 2016.

FABARDO, Mercedes (ed). Feminismos negros – una antologia. Disponível em: https://negrasoulblog.files.wordpress.com/2016/04/feminismos-negros-una-antologia-e28093-vc3a1rias-autoras-sojourner-truth-ida-wells-patricia-hill-collins-angela-davis-carol-stack-hazel-carby-pratibha-parmar-jayne-ifekwunigwe-magdal.pdf

FAUSTINO, Deivison. Os condenados pela Covid-19: uma análise fanoniana das expressões coloniais do genocídio negro no Brasil contemporâneo. Buala: combate ao racismo ambiental. Consultado em https://racismoambiental.net.br/2020/07/11/os-condenados-pela-covid-19-uma-analise-fanoniana-das-expressoes-coloniais-do-genocidio-negro-no-brasil-contemporaneo/

FERNANDES, Florestan. O Negro no Mundo dos Brancos. 2ª edição revista. São Paulo: Global, 2007.

FLAUZINA, Ana L. P. & PIRES, Thula R. O. Políticas da morte: Covid-19 e os labirintos da cidadela negra. Revista Brasileira de Políticas Públicas.  v. 10, n. 2 (2020).

FLAUZINA, Ana. O sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. Rio de Janeiro: Contraponto, 2008.

GONZALEZ, Lélia. Por um feminismo afro-latino-americano. Organizado por LIMA, Marcia & RIOS, Flavia. São Paulo: Zahar, 2020.  

GUIMARÃES, Antonio Sérgio. Racismo e Anti-Racismo no Brasil, São Paulo: Editora 34,

MOORE, Carlos. A África que incomoda: sobre a problematização do legado africano no quotidiano brasileiro. Belo Horizonte: Nandyala, 2010.

MOORE, Carlos. Racismo e sociedade: novas bases epistemológicas para entender o racismo. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2007.

MOURA, Clóvis. Sociologia do negro brasileiro. São Paulo: Ática, 1985. 

MUNANGA, Kabengele. Rediscutindo a mestiçagem no Brasil: Identidade nacional versus identidade negra. 5. ed. Belo Horizonte: Autêntica. Coleção Cultura Negra e Identidades. 2020.

MUNANGA, Kabengele. Uma abordagem conceitual das noções de raça, racismo, identidade e etnia. Disponível em: https://www.ufmg.br/inclusaosocial/?p=59.

NASCIMENTO, Abdias do. O quilombismo, Brasília, Fundação Cultural Palmares, 2002. 245–280.

NASCIMENTO, Abdias. O genocídio do negro brasileiro: processo de um racismo mascarado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

NOGUEIRA, Oracy. Preconceito Racial de Marca e Preconceito Racial de Origem. Tempo Social, revista de Sociologia da USP, v. 19, n. 1, 2007.

OLIVEIRA, Dênis de Oliveira. Racismo estrutural: uma perspectiva histórico-crítica. São Paulo: Editorial Dândara, 2021. 

OLIVEIRA, J.P. & Rocha Freire, C. - A Presença indígena na Formação do Brasil. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; LACED/Museu Nacional, 2006.

PAIVA, Ângela R. (org.). Ação afirmativa em questão: Brasil, Estados Unidos, África do Sul e França. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.

PAIXÃO, Marcelo. 500 anos de solidão: ensaios sobre as desigualdades raciais no Brasil. Curitiba: Appris, 2013.

PEREIRA, Amilcar. O mundo negro: relações raciais e a constituição do Movimento Negro contemporâneo no Brasil. Rio de Janeiro: Pallas, 2013.

RATTS, Alex. Traços étnicos: espacialidades e culturas negras e indígenas. Fortaleza: Museu do Ceará: Secult, 2009.

SANTOS, Joel. R. O que é racismo? 5ª. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.  

SANTOS, Renato Emerson dos (org.). Diversidade, espaço e relações étnico-raciais. O negro na geografia do Brasil. Belo Horizonte: Autêntica editora, 2007.

SCHWARCZ, Lilia Moritz. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil (1870 – 1930) São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

SEYFERTH, Giralda. Construindo a Nação: Hierarquias Raciais e o Papel do Racismo na Política de Imigração e Colonização. In: Maio, M. C. e Santos, R. V. (orgs.), Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro, CCBB/Fiocruz, 1996.

SODRÉ, Muniz. Claros e escuros: identidade, povo e mídia no Brasil. Rio de Janeiro: Vozes, 1999.

TELLES, Edward. Racismo à brasileira: uma nova perspectiva sociológica. Rio de Janeiro: Rellume Dumará, 2003.

 


OBJETIVOS

 


 

A disciplina oferece às/aos discentes uma síntese do conhecimento atual sobre os estudos étnico-raciais. Visa atender as Leis 10.639/03 e 11.645/08, assim como as demais diretrizes posteriores do MEC, que versam sobre a necessidade de cursos específicos voltados à questão étnico-racial no Brasil, em particular, em relação à história e à cultura afro-brasileira e indígena.

 

AVALIAÇÃO

 


 

1)    Prova individual (até 8,0)

2)   Apresentação de um texto (até 2,0)  ou resumo de dois textos - 3 páginas -  (até 2,0), a serem entregues no dia da prova individual. Escolha voluntária, pode-se fazer uma atividade ou outra.   

 

Conceitos de referência para avaliação, para esta disciplina:

 

A (8,5-10) - Desempenho excepcional, demonstrando excelente compreensão da disciplina e do uso do conteúdo.

B (7,0-8,4) - Bom desempenho, demonstrando boa capacidade de uso dos conceitos da disciplina.

C (6,9-5,5) - Desempenho mínimo satisfatório, demonstrando capacidade de uso adequado dos conceitos da disciplina, habilidade para enfrentar problemas relativamente simples e prosseguir em estudos avançados.

D (5,4-4,5) - Aproveitamento mínimo não satisfatório dos conceitos da disciplina, com familiaridade parcial do assunto e alguma capacidade para resolver problemas simples, mas demonstrando deficiências que exigem trabalho adicional para prosseguir em estudos avançados. Nesse caso, o aluno é aprovado na expectativa de que obtenha um conceito melhor em outra disciplina, para compensar o conceito D no cálculo do CR. Havendo vaga, o aluno poderá cursar esta disciplina novamente.

F (4,4-0) - Reprovado. A disciplina deve ser cursada novamente para obtenção de crédito.

 

Prova de recuperação

PROVA (até 8,0) A partir dos textos da bibliografia básica e dos debates em sala de aula: O QUE É RACISMO ESTRUTURAL NO BRASIL? A avaliaç...